Uma criança de 11 anos de idade, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível 3 de suporte e não verbal, morreu por afogamento no lago do Parque Gravatá, no bairro Antares, em Eunápolis, nesta terça-feira.
De acordo com informações do SILC/Eunápolis, o corpo foi encontrado boiando no lago e havia, nas proximidades, um cordão de identificação indicando que se tratava de uma pessoa com TEA. A Polícia Militar foi acionada e confirmou o óbito no local.
Conforme a guarnição que preservava a área, um terceiro auxiliou os familiares na retirada do corpo da água. Equipes da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizaram os procedimentos periciais. Em análise preliminar, a perícia apontou afogamento como causa da morte, não sendo identificados sinais aparentes de violência. Exames de necropsia e de local foram requisitados para confirmação definitiva da causa mortis.
A mãe e a tia da criança relataram à polícia que o menino apresentava comportamento agitado e, por vezes, tentava sair de casa. Segundo a genitora, por volta das 13h percebeu a ausência do filho, que teria conseguido destrancar portas e sair do imóvel. Ao procurar no Parque Gravatá — local que a criança costumava frequentar —, ela o encontrou já sem sinais vitais.
Fonte: SILC Eunápolis
